Hillary Clinton, próxima presidente da nação mais poderosa do planeta, não apenas apoia os direitos da comunidade gay. Hillary Clinton é ativista incansável pela causa LGBT. Este é o vídeo que ela divulgou hoje como parte da campanha à presidência.
Até algum tempo atrás havia um político americano que começara uma verdadeira cruzada contra os gays. Rick Santorum, do partido republicano, era um pé no saco e perseguia os gays assim mais ou menos como o Malafaia aqui no Brasil. Daí o ativista Dan Savage, em uma jogada sensacional, lançou uma campanha para que seus seguidores sugerissem novos significados para a palavra 'santorum'. Com isso acabaram designando à palavra algo nojento que até então não era conhecido por nenhum nome próprio: passaram a chamar de 'santorum' as fezes que eventualmente aderem ao pênis depois de uma relação anal. O uso massivo da nova denominação contaminou o Google e a nova palava pegou, para desespero do político.
O jornalista Ricardo Boechat, ao mandar Malafaia "procurar uma rola" acabou, talvez sem planejar, lançando uma ótima campanha para se desmoralizar o pastor idiota falastrão de forma semelhante à que foi usada para desbancar Santorum. "Malafaia, vai procurar uma rola" virou refrão fácil de repetir, gostoso de falar, que contém em uma frase simples a malícia típica do brasileiro e resume o que sempre tivemos vontade de gritar para este pastor estúpido. O refrão pegou. Ontem, durante show na Virada Cultura de São Paulo, Lenine estreou a frase para delírio da plateia.
Quem anda no meu carro deve estranhar que eu utilizo o Google Maps com navegação turn-by-turn até para ir à padaria a três quarteirões de distância. A ideia é simples: a melhor forma de aprender e dominar uma nova ferramente é quando você não precisa dela desesperadamente. Não adianta achar que você vai conseguir ler o manual e aprender a pilotar quando o avião estiver caindo. Da mesma forma, você provavelmente não vai conseguir sair de uma região perigosa e hostil usando o GPS se não souber previamente muito bem como ele funciona.
Usei o Waze (que também é da Google) durante anos, mas o Google Maps se atualizou a ponto de deixar o Waze comendo poeira. Além disso a navegação do Google Maps utiliza um algoritmo que simula mais fielmente as decisões de um motorista humano, e evita aqueles inexplicáveis ziguezagues que todo mundo que utilizou o Waze conhece muito bem.
Com a integração aos comandos de voz do Google Now que entendem muito bem o português, eu apenas digo ao smartphone "OK Google", "Navegar para casa" e voilà! o visor mostra a rota e vai emitindo instruções do tipo "vire à direita na Avenida Andrômeda" ou "faça curva leve à esquerda para entrar na Avenida Cidade Jardim". Mais claro, impossível!
Com as últimas atualizações a navegação pelo Google Maps chegou a níveis que eram inimagináveis há alguns anos. A versão mais recente inclui instruções preditivas (do tipo "mantenha-se na faixa da direita para tomar rampa de acesso ao Anel Viário em 400 metros") e utiliza instruções que o programa lê nas placas de trânsito fotografadas pelo Google Street View.
Isso mesmo que você leu. O Google Maps inclui instruções com base nas placas de trânsito que vão aparecendo no seu caminho. A caminho da minha casa, por exemplo, sempre ouço a instrução "Mantenha a sua direita e tome rampa de acesso para o Bequê dos Eucaliptos". "Bequê dos Eucaliptos" é a placa "Bq. dos Eucaliptos" (Bosque dos Eucaliptos) lida nos servidores da Google.
Quer um conselho? Aprenda a usar bem a navegação pelo Google Maps - você provavelmente ainda vai precisar dele um dia.
Nada como um capítulo atrás do outro. Apesar da edição pouco didática e da trama aparentemente confusa do primeiro episódio, Sense8 entrou nos trilhos já no segundo capítulo. Cenas lindíssimas filmadas nos oito locais do planeta (Chicago, San Francisco, Londres, Mumbai, Nairobi, Seul, Berlim, e Cidade do México) onde habitam os principais personagens, protagonistas cheios de nuances (um personagem é uma transexual que namora uma lésbica, um é um ator machão gay enrustido, outra é uma viciada em drogas, e por aí vai), e recheado de cenas com alto erotismo (inclusive de sexo gay com o gatíssimo ator mexicano Alfonso Herrera - ex "Rebeldes"), a definição dos personagens e os mistérios da trama começam a adquirir algum sentido a partir do segundo capítulo. Sinto que se eu assistir mais meia hora já estarei completamente fisgado.
Sense8 estreou hoje no Netflix. Dos mesmos criadores de Matrix e Babylon 5, a série chega cheia de promessas. Vi o primeiro episódio e fiquei com a impressão de que o responsável pela edição bebeu todas antes de ir para o trabalho, mas ainda é muito cedo para ter uma ideia definitiva.
Ontem eu fiz uma viagem de urgência a Santos para participar do velório de um primo jovem muito querido que sucumbiu a um câncer devastador em poucos meses. E fiquei muito surpreso de conhecer o Memorial Necrópole Ecumênica - esta construção enorme aí da foto (a torre maior está em construção). É um cemitério vertical, talvez o maior do mundo. Um lugar todo dedicado à disposição de restos mortais, com lóculos, ossário, cinerário, crematório, espaço para velórios, e uma infinidade de outras facilidades. O espaço é ecumênico e não tem absolutamente nenhum símbolo religioso, como cruzes ou imagens. O hall dos velórios parece uma entrada de shopping center, é amplo, confortável, com sofás. E para os frequentadores o espaço oferece restaurante, um museu de carros antigos, jardins com pequenos riachos e peixes, um viveiro de aves exóticas - que contribuem para relaxar um pouco as pessoas que normalmente estão ali sob forte emoção.
E quando qualquer pessoa quiser visitar o local onde estão os restos mortais de um ente querido, basta tomar o elevador, ir até o andar onde fica o lóculo que guarda os restos mortais. Ali o visitante tem privacidade para cultivar a memória do morto na mais absoluta paz, com vista para a cidade.
Eu nunca havia ido a um lugar assim e gostei muito da solução. Fiquei levemente tentado a reservar um espaço na torre mais alta para quando chegar a minha hora.
A Google é, para mim, a empresa mais cool da atualidade. Ela oferece inteiramente grátis o melhor buscador (Google), o melhor visualizador de vídeos (YouTube), a melhor plataforma para blogueiros (Blogger), o melhor gerenciador de mapas (Google Maps), o único visualizador a nível de ruas (Google Street View), um excelente aplicativo GPS (Waze), o melhor gerenciador de e-mails (Gmail), o melhor aplicativo armazenador de dados na nuvem (Google Drive), e o sistema para smartphones mais utilizado no mundo (Android).
Como se tudo isso não bastasse, a Google apresentou na semana passada uma ferramenta absolutamente revolucionária para quem curte fotografia e fotografa com frequência: o Google Photos. Inteiramente gratuita e com capacidade inesgotável, o aplicativo reúne em um único local todas as fotos que o usuário fizer, em qualquer aparelho (mesmo os da Apple), interligados por meio da conta Google.
Estou usando o Google Photos desde o dia do lançamento e não canso de me surpreender. Tiro uma foto com meu smartphone ou minha câmera (as melhores lentes) e em seguida abro o iPad (que tem a tela maior) e a foto já está me esperando lá para eu fazer qualquer edição necessária. Sim, ao contrário do iCloud da Apple - que só funciona nos dispositivos Apple, o Google Photos é multiplataforma e funciona indistintamente em qualquer dispositivo que tenha o aplicativo.
Como se isso não bastasse, o Google Photos reuniu todas as fotos de quem já utilizada o PicasaWeb. Resultado: o meu Google Photos já começa com quase 5.000 (cinco mil!!!!) fotos que tirei ao longo dos últimos dez anos, devidamente armazenadas, catalogadas, separadas, tagueadas, e facilmente acessíveis de qualquer lugar e de qualquer aparelho. No dia do lançamento o aplicativo já estava disponível em versões para iOS e para Android, inteiramente grátis, além da versão web para desktops. Para mim, isso é ser totalmente cool!
Veja abaixo a apresentação do Google Photos feita na semana passada e entenda porquê esta ferramente é realmente revolucionária.
Já lá se vão mais de quarenta anos desde que o filme Terremoto, de 1974, trouxe um toque de realidade para as salas de exibição com a introdução do efeito sensurround que fazia a sala literalmente tremer às custas de excessos de decibéis. Terremoto inaugurou uma onde de filmes catástrofe que por várias décadas destruiu cidades, povos, planeta, ao ponto de saturação. E ninguém aguentava mais ver cenários e maquetes que se mostravam cada vez mais falsos com a evolução da imagem para níveis de resolução cada vez mais altos.
Terremoto: A Falha de San Andreas traz novo vigor para o gênero. O filme não tem nada de novo no quesito roteiro, muito pelo contrário. "Casal que enfrentou uma tragédia familiar recente e está em processo de separação mas descobre que ainda se ama no meio de uma grande catástrofe" é o resumo de uma linha que se aplica a todos e também a este. O que é diferente agora é o realismo. Os efeitos tridimensionais muito bem realizados, a ação ultra realista, e o suspense constante fazem o espectador ficar sentado na pontinha da cadeira. E o filme não economiza em imagens espetaculares e vertiginosas desde o começo até o fim.
Nunca antes no cinema uma hecatombe dessa natureza havia sido mostrada com imagens tão realistas, e os fãs do gênero certamente vão adorar. É o cinema catástrofe se redescobrindo exatamente onde começou.