quinta-feira, 31 de julho de 2014

Lea T - amor em gênero, número e grau

Você já leu a linda declaração de amor que o Xico Sá, um macho de carteirinha, fez hoje para a Lea T? Corre lá que vale a pena ler.

(Para quem não conseguir acessar a página original da Folha, o texto segue na íntegra no primeiro comentário desta postagem).

5 comentários:

Luciano disse...

LEA T, TE AMO EM NÚMERO, GÊNERO E GRAU*

Sem essa de degustação ou vida gourmet. Deixo ai, porém, um tira-gosto do meu livro novo, coisa de macho-jurubeba, pô!, já nas boas casas do ramo. E dá-lhe jabaculê explícito. A causa é nobre e, como diz meu amigo Juca Chaves, ajude o pobre escritor a comer o seu caviar.

Agora falando sério…

Querida Lea T, viraste mulher e fui o último que soube. Isso não se faz, mas como não te perdoar, se o amor tudo pode?

Perdoadíssima estás.

Mesmo eu tendo que rever esta tua foto aí acima com o maldito fotógrafo Terry Richardson. Mesmo assim. Até o hype está perdoado. Por tua casa, tua nobre causa.

Viraste mulher e fui o derradeiro a tomar ciência…

Já eras a mais bonita brasileira mesmo sem operação alguma. O arquivo vivíssimo deste cronista prova o que disse quando ainda, anatomicamente, eras homem. Não importa o quadradinho que tu preenchas na ficha do hotel: não fere o meu lado masculino, como canta o Pepeu.

Lea, eu poderia ter ido contigo a Bangcoc e segurado na tua mão na hora do mais epistemológico dos cortes. Conheço a Tailândia e poderíamos passear depois. Nós nos divertiríamos como nunca.

Por escrito é a segunda vez que rogo a uma deusa o privilégio de tal sacramento apostólico romano.

Havia pedido, em público, apenas a mão da Luiza Brunet, depois de uma epifania na Flip, em Paraty, onde novamente me encontro agora.

Sei que tens um mundo a teus pés, os modernos de Milão e Londres etc.

Mesmo assim insisto: casa comigo!

Não tenho lá essas posses, mas te garanto casa, comida, roupa lavada e cafunés. Não sou lá grandes coisas, mas junto a ti viro o mais orgulhoso dos machos.

Te beijo na boca em pleno Ba-Vi, nas arquibancadas do Barradão ou de Pituaçu. Depois vamos jantar com o Toninho Cerezo, o sogro dos sonhos, no Rio Vermelho ou derredores.

Saudemos a escritora Simone de Beauvoir, Leazinha. Não se nasce mulher, torna-se mulher, como lembraram, em lindo texto sobre ti, as meninas Bruna Narcizo e Thaís Botelho, na revista IstoÉ Gente – saiba que acompanho tudo sobre a sua vida e obra.

Tu te tornaste a mais bela delas, menina Lea. Este corpo agora te pertence.

Com respeito, admiração e o amor possível, teu noivo platônico, Francisco.

*Esta crônica faz parte d´O Livro das Mulheres Extraordinárias (ed. Três Estrelas).

Paulo Roberto Figueiredo Braccini . Bratz disse...

Uala!!! q blz!

Marcos Campos disse...

Muito legal !
O Chico fala umas coisas que eu gosto, de vez em quando umas besteiras ... mas o mundo seria bem melhor, se todo macho de verdade fosse como ele ...

Abraço !

Jorge Gomes disse...

Sem medo de ser feliz e com muita elegancia expressando a admiração
que sente por ela.
muito bom!

francisco disse...

Não entendi!!