sábado, 15 de fevereiro de 2014

Ela

Minha paciência é quase zero para discutir a minha própria relação, imagina então para assistir a um personagem discutindo a relação dele por por quase duas horas e ao telefone. Quando li sobre a premissa da história achei que gostaria muito mais - mas tenho que confessar que fui tomado por um tédio esmagador ainda antes da metade do filme.

A história se passa em Los Angeles em um futuro próximo onde os ambientes parecem todos projetados por arquitetos vencedores de concursos de fofura e onde todos os homens usam horríveis calças de cintura alta (popularmente conhecidas como centro-peito). O personagem principal é um homem emocionalmente imaturo e inseguro que está tentando superar um divórcio recente, e que se apaixona pelo sistema operacional de seu celular e computador (um tipo de inteligência artificial com a voz sexy da Scarlett Johansson).

A partir daí o personagem passa o restante do filme expondo toda sua imaturidade psicológica numa sessão de terapia com o telefone celular. Parei de contar meus bocejos quando cheguei no 30.

7 comentários:

Oliveira Santos disse...

Nossa que agonia de filme, não vejo e nem quero ver não, mas o ator que lindo heim, arrumar um cara assim é acertar na loteira!!!!! Que olhos e esse bigode heheheh.

Paulo Roberto Figueiredo Braccini . Bratz disse...

aff! só de imaginar já me causou arrepios ... q bom q vc deu a dica ... não vejo ... rs

Nelson disse...

Admito que sou o rei da DR. :/

Jota Farr disse...

Ah, acho que o filme merece uma segunda chance no futuro, quem sabe você revê e reavalia a sua opinião?!entre outras coisas, ele no mínimo revela para onde estamos indo com esse vício atual de estar conectado o tempo todo, dependentes de "gadgets" ;no fim resotu solidão e imaturidade...

CriCo disse...

Bigodes me dão tesão!

Anônimo disse...

Muito mais que um simples historia de amor, “Ela” já acontece no presente que vivemos. Nos facebooks anônimos, nas pessoas que não conversam e não largam seus celulares dito inteligentes, na tirania da Internet, na solidão das grandes cidades ou pequenas vilas, no estilo daquilo que convencionamos chamar de vida.

Anônimo disse...

O filme e lindo, fotografia belissima e ele nao fica discutindo a relacao com um celular e sim com ELA que é um sistema operacional inteligente que vai aprendendo os sentimentos humanos mas acaba tendo depois vida prorpia. É um filme muito bem elaborado. E fe surpreender que voce nao tenha gostado.