sexta-feira, 30 de março de 2012

We are family

Num determinado momento na peça Seis Aulas de Dança em Seis Semanas dona Lili (Suely Franco) diz para o instrutor de dança (Tuca Andrada): "Mas eu não conheço nenhum gay!" E ele responde: "É o que a senhora pensa!"

Nos dias de hoje é quase impossível não conhecer ninguém gay. Com mais pessoas sentindo-se seguras para se assumir, a visibilidade tem aumentado bastante. E, diferente de antigamente quando gay era só o filho da vizinha ou o colega de escola, agora gay pode ser o irmão, o tio, o pai, o filho. E muitos famosos têm entrado nesta briga para defender os direitos de seus irmãos gays queridos.
Na semana passada foi o diretor Kevin Smith que, durante uma entrevista, se irritou e mandou que a igreja parasse de se intrometer com seu irmão gay. Ele mesmo não consegue entender como seu irmão continua frequentando uma igreja que não o aceita, mas o irmão é muito religioso e ele respeita isto, deixando claro que ama o irmão e que sempre vai defendê-lo dos que não o aceitam.

Anne Hathaway foi mais longe. De família católica fervorosa, Anne Hathaway não hesitou em abandonar a religião que não aceita seu irmão gay. Em seguida a família toda renunciou ao catolicismo por não conseguir pertencer a uma religião que considera Michael uma aberração.

E assim o número de ativistas héteros famosos que entraram nesta luta para defender os direitos de seus irmãos queridos vai crescendo, de Richard Gere a Colin Farrell a Adam Levine a Chris Evans a Catherine Zeta-Jones.




5 comentários:

Anônimo disse...

Faltou aquela que assumiu que tinha um irmão gay numa época que isso não era tendência: Madonna, embora hoje eles estejam brigados, que pena!

A luta pelos direitos civis(sejam quais forem) nos Estados Unidos está em outro patamar, impressionante o comportamento deles de assumirem aquilo que acreditam para o bem e para o mal.

Aldo disse...

Great!

Anônimo disse...

FALTOU A FOTO DO IRMAO DO CRIS EVANS E DA CATHERINE ZETA-JONES.

railer disse...

isso aí, quanto mais pessoas na luta, melhor.

noemia disse...

Não é possivel mais que se aceite o preconceito como questão de opinião. Todos somos livres para gostarmos ou não de algo ou de alguma coisa, mas tambem devemos respeito as pessoas sejam elas, negras, gays, prostitutas ou com outra diferença qualquer. Acho que esta luta tem que ser de todos. E viva a diferença.