sábado, 9 de abril de 2011

Chato Man

Estreou ontem a aguardada minissérie Macho Man sobre um gay que "vira" hétero depois de levar uma pancada na cabeça. Todos os temores que existiam antes da estreia se confirmaram - a história é, sim, construída sobre clichês que reforçam estereótipos. O argumento todo é baseado na premissa de que agora o protagonista precisa aprender a se portar como hétero ou não conseguirá "pegar mulher" nenhuma. Mais ou menos como se na versão contrária um hétero virasse gay e precisasse aprender a rebolar, desmunhecar, falar fino e se vestir de forma fechativa para "pegar homem".

Apesar de tudo isto não consegui nem ficar preocupado. Achei tudo tão chato, mas tão chato, que acho que não tem a menor chance de emplacar. Jorge Fernando é escolha equivocada para encarnar o protagonista - aos 56 anos ninguém seria tão ridículo, seja hétero ou gay. Um ator mais novo e em melhor forma física talvez pudesse, pelo menos, emprestar um pouco de charme para o papel. Embrulhado neste pacote de equívocos este Chato Man não tem chances de ir mesmo muito longe.

18 comentários:

Daniel disse...

Eu queria saber quem foi que disse pro Jorge Fernando que ele é bom comediante.

Paulo Braccini disse...

Tb não gostei ... assino em baixo

Anônimo disse...

Fiquei constrangido ao assistir. Meda!

Lobo disse...

Olha, não vi, mas tenho medo. Não sei nem porque estou com esse impulso de procurar algum lugar que tenha isso upado... ah, curiosidade...

Lucas T. disse...

Eu queria saber quem foi que disse pro Jorge Fernando que ele é bom comediante. [2]

Não assisti, e depois desse texto nem vou perder meu tempo no YT vendo.

Dimas disse...

Também não gostei, estava curioso, com muito sono - deveria ter dormido, teria sido mais proveitoso.
Jorge Fernando sempre foi e sempre será over.....

Papai Urso do Interior disse...

Tinha programado algo, choveu forte, fiquei em casa, por incrível que pareça fiquei sem sono e assisti all over the thing. Foi curtinho, 17 ou 20 minutos, Marisa Orth deixou umas pausas nas falas que não tinham timing de comédia, parecia q ninguém ali rimava lé com cré, como previ ñ ri de nada, achei arquétipo/estereótipo 100%, a trilha que podia ter eletro/techno/trance/tribal essas coisas que a gente ama p/ remexer o esqueleto, não saiu da disco music datada dos 70, cenografia do tal salão em q personagem de JF trabalha remete a Gaiola das Loucas, só que cafona ao cubo... Tive dó do JF, ele é cacura, over, uó e coisa e tal, gente, mas acho sincerely q ele e Fê Young queriam mesmo q a gente curtisse, só q o argumento foi um erro desde o início - aventuras e desventuras do gay q 'vira' hetero - é muito ruim, nem hetero vai aturar aquilo... Gostei da abertura com um Ken customizado do personagem de JF, mas só abertura não salva do naufrágio, eles tentaram flertar c/a gente, mas ñ vai rolar néan... fazer o que?!

Rodrigo disse...

achei chatérrimo.

Anônimo disse...

Estive, duas semanas atrás num mesmo hotel onde a globo promovia um WS com alguns de seus atores e diretores. O JFernando fez uma apresentação sobre a série e, sinceramente, não me convenceu. Parecia que ele mesmo não estava acreditando na possibilidade disso dar rolar. Agora, Jorginho é Jorginho né? Alguém já disse pra ele que "Tudo Não Terás"? Acho que nem Dona Gilda se atreveu.
Gui

Cara Comum disse...

Na boa, não vi e não gostei. Algo que parte dessa premissa de esteriótipos realmente me tiram a paciencia...

Tomara q afunde rápido e com tanta rejeição q o estrago seja o menor possível para o imaginário sobre gays e afins...

Abração!

TONY GOES disse...

Não vi! Deixei gravando. Tive o jantar de aniverseario de um amigo e depois a festa de outro numa boate. Agora esotu no Rio e meu DVR ficou em SP. Vou tentar ver no YouTube, mas acho que completo só segunda-feira. E pelo que o povo está faalndo, acho que vou odiar...

Anônimo disse...

Não assisti o programa, não me interessa clichês , mas ouvir vários gays se manifestar contra "cacuras", gays mais velhos, acho uma bobagem. Gente não vivemos num olimpo. Para que tanto gay atacar quem é mais velho, passou dos 40, perdeu um pouco a forma, etc. E muitos pior, estão nesta faixa etária e ficam atacando a si próprios, chega a ser doentio. O que mais se vê é gays com o corpo de JF. Tem que analisar a atuação dele no episódio e não SÓ a forma física.

Gino Carvalho disse...

1- Chato
2- Argumento estúpido, tá cheio de mulher querendo gay que transe com elas
3- pra ser hetero não precisa ser imbecil
4- cliches ao extremo
5- musicas do tunel do tempo
6- só espero que ninguem sai dando pauladas na cabeça de gays, para "curá-los"

D.a.v.i.d disse...

Gosto da Fernand Yang, mas o roteiro de Macho Man é cansativo e sem graça, gosto do Jorge Fernando, ele é bom ator e diretor, mas o papel é ruim demais (Obs1: e não é por conta da idade e nem físico dele). Acho que não emplaca.
Obs2: Achei feio gongar JF por ser mais velho, todas vcs vão envelhecer... cuidado... envelheçam com dignidade. Como diria D. Canô:"Quem não morre envelhece"

Anônimo disse...

Esse Jorge Fernando é um antipático, certa vez o vi em um programa esculhambando um cara pois ele o cara havia mandado um curriculo e ele Jorge Fernando dizia que não podia ajudar em nada e bla´blá blá, ou seja um cara chato antipático e metido a besta, subiu e acha que está por cima, esse cara é nogento, podre!!!

D.a.v.i.d disse...

Nogento.... argh!!! NoJento

Alexandre disse...

Eu queria saber quem foi que disse pro Jorge Fernando que ele é bom comediante. [3]
Ele até pode ser um bom diretor, mas dentro da telinha, ele só faz papel gay e afeminado, como pode dirigir atores se ele não consegue fazer mais nada do que isso?
e outra coisa... porque nao colocaram um bom ator pra fazer esse papel???

P. Florindo disse...

Nem sabia que a Globo tinha esse programa aí. Se não fosse pelo seu blog, eu provavelmente nem saberia de nada.

Bem, estamos falando de Globo que está parecendo o SBT lançando um programa novo a cada mês porque nada está dando certo, ou o personagem do Eduardo Galvão na novelinha da Angélica, Caça Talentos... Ela ainda não sabe abordar a homossexualidade sem apelar para o machismo ou para o estereótipo beeshaloka, de forma sutil ou escancarada.